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NÓS, OS OUTROS E O JULGAR 09/04/2012

Posted by Frater A'.' H'.' RAK in Poesias e Contos.
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Divido com quem, por ventura, venha a cair neste blog uma mensagem que recebi por email e julguei muito boa para reflexão. O autor chama-se Fernando Martins, cujo site descobri este: http://www.stum.com.br/fernandomartins

Em tempos de Páscoa, a reflexão sempre é pertinente, ainda mais em um assunto tão lembrado pela figura mais citada neste momento, o Christus Yeshoua.

” Saudações,

Estava lendo as palavras de monja Coen em uma de suas palestras onde
lembrou do que lhe foi dito por uma superiora no templo japonês onde
começara sua vida monástica: A vida é como um jarro de vidro cheio de
pedras. De vez em quando, esse jarro é agitado e uma pedra esbarra na
outra. Claro que o choque incomoda; as partes pontiagudas machucam. Mas é
esse atrito que vai arredondando as peças. Nós nos lapidamos no contato com
o outro.

Brilhante como sempre a sabedoria zen e suas analogias.

O convívio com o outro por vezes é bem difícil, mas acredito que em nenhuma
hipótese, impossível. É aprendizado sempre, lapidação como cita a monja.

Neste período de festas cristãs, muitos encontros familiares ocorrerão e
como dito por Richard Bach, em seu livro Ilusões, nem sempre os laços de
sangue são mais fortes do que os laços de amizade. Daí que poderemos ter
que conviver nestas reuniões com parentes inconvenientes, parentes chatos,
parentes não confiáveis, citando apenas alguns adjetivos que atribuímos a
certos parentes nossos.

Ocorre que nestes encontros, nossa prepotente individualidade e arrogante
certeza de sermos os corretos, geram um estresse infindo com o contato com
estas pessoas.

Este é nosso julgamento ou será que eles se acham inconvenientes, chatos,
não confiáveis, dentre outros?

Sim, este é nosso julgamento e quem somos nós para julgar alguém?

Na verdade são pessoas diferentes de nós. Podemos não concordar com o que
eles dizem, mas é a opinião deles. Podem falar de mais ou de menos ao
contrário de nós. Rir mais ou menos que nós. Ser mais simpáticos ou menos
que nós. Ser mais entusiasmado ou menos que nós. Enfim… são eles, não
nós. Logo, aprendamos a conviver com as diferenças e saber lidar com as
diferenças não é fugir delas mas sim, estar próximo, observando e
aprendendo como é vasta as possibilidade de se ser humano.

Só para registro e reflexão.

Fecha o pano.”

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